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cód.: 2023345211

Travessia marítima

Contos
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Ficha técnica:

Título: Travessia marítima
Autor: Marcelo Nunes
Gênero: Contos
Capa: Marcelo Nunes
Ano de publicação: 2023
Edição: 1ª
Dimensões: 14 x 21 cm
Acabamento: brochura
Número de páginas: 144
ISBN: 978-65-980613-1-9

 

Sobre o autor:

Marcelo Nunes nasceu em São Paulo em 1966 e é escritor, tradutor e artista visual. É autor dos romances Nirvana (Kotter, 2021) e Valentina e os tomates (Ipêamarelo, 2022), além de ter participado da coletânea de contos Onde estará a primavera? (Ipêamarelo, 2023). É também fundador e editor-chefe da Editora Nauta.

 

Sobre a obra:

Coletânea de oito contos escritos durante os anos de 2021 e 2022, em que o inusitado e o poético, o estranhamento e a beleza se cruzam.

 

O que se disse sobre a obra:

"Com erudição e sentimento, sem nunca resvalar no sentimentalismo, Marcelo Nunes se mostra um mestre na composição de personagens, um contador de histórias muito bem ancorado, mas que nos leva longe."

Santiago Nazarian

 

"Quando li seu grande romance, Nirvana, suspeitei que o autor, ao contrário do que dizia a orelha do livro, arranjara uma desculpa (o tema da morte), para escrever sobre a literatura. Tempos depois, Marcelo Nunes repartiu comigo os contos deste Travessia Marítima. O primeiro deles, “O Violoncelo”, é, bom, sobre um violoncelo, mas, também, sobre literatura. Outro, “A mosca de Wittgenstein”, é sobre Heidegger, o nazismo e, que surpresa!, literatura. O protagonista de Nirvana, dizia a orelha do romance, buscava “nos filósofos as respostas para as perguntas mais fundamentais”. Mentira... Não há pergunta fundamental. Há histórias fundamentais; e estas são literatura. Marcelo Nunes percebeu, e os magníficos contos de Travessia Marítima o confirmam, que a vida é uma desculpa para que falemos de livros. Absolutamente tudo é sobre literatura, exceto a literatura, que é sobre a vida. A miséria humana, como a desolação do homem que perdeu a mulher no assombroso (e inesperado) conto “Simetria”, é um pretexto para que Marcelo Nunes, com maestria, imite a vida, digo a arte. Os contos de Travessia Marítima, de uma técnica invejável, poderiam ter sido escritos (se é que não o foram, para evocar, mais ou menos, o pesadelo de um dos seus personagens) por um búlgaro ou por um chinês. Uma charada: que têm em comum um búlgaro, um chinês e um brasileiro? Resposta: a aventura. Que é uma escusa, sabem Marcelo Nunes, Roberto Bolaño ou Vila-Matas, para fazer literatura. Se, como quer Ítalo Calvino, quem comanda a narração não é a voz, mas o ouvido, esta orelha, a minha, que é, também, a de vocês, pede por mais, mais histórias, mais Marcelo Nunes."  

Caléu Moraes

 

"Marcelo me contou que alguns desses contos eram para ser romances, mas que acabaram como histórias interrompidas que encontraram um desfecho no formato de contos. Isso é perceptível logo de cara em O violoncelo, mas de forma sublime. É uma história rapidíssima sobre um cara que queria tocar violoncelo, mas acaba sendo escritor e, enfim, acontecem algumas coisas, é uma história fascinante e bem contada, mas o que mais pega é o final, é o momento em que a história para de ser contada. O momento de corte é usado de maneira perfeita, a maneira que cabe no gênero do conto. O efeito é arrebatador, uma história singela que se torna grandiosa.

Este foi o meu conto favorito, percebe-se. Dos outros, dou destaque a dois: A filha, uma situação profundamente angustiante e que me faz pensar muito sobre o perigo de ser viver uma vida inteira neurótico e como o amor é algo com o qual absolutamente todo mundo traça uma história única e complicada (ainda que comum). E L'expérience 1930, um conto à la Roberto Bolaño, em uma investigação arqueológica de uma experiência artística dadaísta. Grande conto sobre o modo como estabelecemos relações com o passado e sobre o projeto dadaísta."

Basílio Baran

 

"Costurados por uma refinada técnica narrativa, os contos de Travessia Marítima são desenvolvidos, à margem de modismos, a partir de premissas bastante originais.
O uso criativo de elementos intertextuais, como a música clássica e a referência a movimentos artísticos liderados por vanguardas europeias do século XX, instauram ambiências bem particulares às histórias.
A esses elementos, o autor acrescenta memórias ainda mais antigas e cenários longínquos como Bulgária e Portugal, o que imprime de maneira geral ao livro ares viajantes.
E assim, o leitor navega entre sentimentos dissonantes das personagens: ora a solidão, ora os afetos; ou, ora a revolta, ora a libertação pessoal.
Um livro para se ler mais de uma vez."

Dina Dominick

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