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cód.: 2024397699

Escamas de borboleta não cegam

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Ficha técnica:
Título: Escamas de borboleta não cegam
Autor: Rodrigo Nunes
Gênero: Romance
Capa: Marcelo Nunes
Foto da capa: Piril Osmanoglu / Unsplash
Ano de publicação: 2024
Edição: 1ª
Dimensões: 14 x 21 cm
Acabamento: brochura
Número de páginas: 160
ISBN: 978-65-982692-4-1

 

Sobre o autor:

Rodrigo Nunes nasceu em Rio Vermelho, Minas Gerais, em 1994. É formado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, e atualmente faz pós-graduação em Teoria da Literatura e Produção de Texto. Em 2021, autopublicou o romance Bendito é o fruto do teu ventre amém.

 

Sinopse:

Um escritor decadente, seus amores fortuitos, suas saídas ao bar, sua vida mal administrada: esse é o quadro que nos é apresentado. Uma neta, de repente, na sua sala de estar. Ela não espera nada dele, a não ser que lhe diga qualquer coisa e fique com ela pelo próximo mês. Uma neta, quando ele já havia esquecido que tivera mulher e filha, e que ambas foram embora havia muito tempo. A história se constrói em meio a formas distintas de ver a vida, pedaços de lembranças mal recortados no tecido da memória, entre essas duas pessoas tão diferentes, mas unidas pelo destino, além da tessitura das asas de uma borboleta-amarela.

 

Sobre o livro:

"Um homem solitário, um escritor fracassado, beirando a apatia. Ele possui um sebo, que administra de forma desleixada. Sua vida se resume a saciar os prazeres mais imediatos – comer, beber, fazer sexo. Porém, logo nas primeiras páginas, o passado volta a lhe lembrar que ele um dia foi casado, e que teve uma filha, e ela surge à sua porta e lhe entrega sua neta, para que ele cuide dela durante algumas semanas.

Se esperávamos um romance edificante, sobre como um avô é transformado pela convivência com a neta, Rodrigo Nunes frustra as nossas expectativas: a realidade é bem mais dura, ou insípida, do que o nosso desejo de testemunhar uma redenção. O personagem não muda, ou antes espera que a neta mude e se adapte à vida que ele leva. Ele sente amor pela neta e pela filha, e ainda nutre uma paixão pela ex-esposa, mas todos os seus esforços em conectar-se com os outros seres humanos são apenas débeis. Ele vive e deixa viver, e não sabe se deve ficar feliz ou triste quando a neta mostra genuíno interesse nos livros que ele vende.

Ao mesmo tempo, ele nutre uma enorme admiração por Ângelo, colega da época da faculdade, que era apaixonado por borboletas, e hoje, igualmente, é apenas o dono de um bar vagabundo.

A tônica deste pequeno romance com tintas existencialistas é a busca – na maioria das vezes vã – da paixão. A paixão que pode nos arrancar do marasmo de nossas vidas, a paixão do que ficou no passado, e a paixão que pode surgir de onde menos se espera."

Marcelo Nunes

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