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Ninguém me habita (em breve)

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Ficha técnica:
Título: Ninguém me habita
Autor: Bruno d"Affonseca
Gênero: Romance
Capa: Marcelo Nunes 
Ano de publicação: 2026
Edição: 1ª
Dimensões: 14 x 21 cm
Acabamento: brochura
Número de páginas: 100
ISBN: 978-65-83074-64-5
 
 
Sinopse:

Ninguém me habita é uma novela de atmosfera densa e silenciosa, ambientada às margens do rio Andirá, no interior da Amazônia. Gustavo, um jovem de São Paulo, chega à pequena comunidade de Freguesia para cumprir uma missão religiosa que nunca foi exatamente sua escolha. Carregando conflitos familiares, fé vacilante e um sentimento constante de deslocamento, ele encontra um lugar onde o tempo corre em outro ritmo — e onde o silêncio parece dizer mais do que as palavras.

É nesse espaço suspenso que surge Tereza, uma jovem marcada por ausências, sobrevivência e um modo particular de habitar o mundo. O encontro entre os dois tensiona crença e desejo, pertencimento e fuga, revelando fissuras íntimas que ambos tentam esconder. Com uma escrita contida, sensorial e profundamente humana, Ninguém me habita constrói um retrato delicado da solidão, do amadurecimento e das forças invisíveis que nos movem — uma história sobre o que nos forma e sobre aquilo que insiste em permanecer vazio dentro de nós.

 
 
Sobre o autor:
Bruno d’Affonseca é natural de Barreirinha, município no interior do estado do Amazonas. Formado em Direito e filosofia. Reside em Manaus, teve contos selecionados e publicados em 2025 pela Editora Selo Off Flip de Literatura nas antologias Terra e Prêmio Off Flip 2025, além de integrar a coletânea Entre Crimes e Mistérios (Editora Palavra Ferida). Além disso, seu poema O homem perdido recebeu menção honrosa (com publicação) no 1º Prêmio de Poesia Jovem Thiago de Melo. Foi semifinalista nas categorias Crônica e Conto da 5ª Edição do Prêmio Pena de Ouro, promovido pela Casa Brasileira de Livros. Em 2025, foi um dos seis autores selecionados, por ampla concorrência no estado do Amazonas, pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), categoria Literatura, com o projeto Ninguém me habita. Aficionado por filosofia, psicologia e pelas nuances da condição humana, cultiva uma escrita de observação e rigor, atenta à memória, ao pertencimento e à transformação. Vê na literatura uma passagem — como quem encontra, no remanso do rio, a direção do que sente — e se faz ouvir aos poucos, quando o dito vira memória partilhada.
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